O olhar de Ronaldo Honorio
Sou som, grão de sonho. Sou ilusório vestígio do céu.
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                              Versos sem asas
 



 Na silente suíte do outono, folhas secas voam.
 O espírito do vento, a alma das nascentes,
 O leito dos rios namora a música,
 Namoram o aceno,
 O adeus
 Dos olhos teus.


 Na suíte solidão dos sonhos, lágrimas voam.
 A carícia do tempo, sabores evanescentes,
 O leito sem a música dos lençóis azuis,
 Namoram o adeus,
 No sereno
 Cárcere dos olhos meus.


 Não, não mais...
 Deste amor, a tempestade...
 Não, não mais...
 Coração sem asas,
 Resposta em busca de uma questão!




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Ronaldo Honorio
Enviado por Ronaldo Honorio em 04/11/2011
Alterado em 23/11/2018
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