O olhar de Ronaldo Honorio
Sou som, grão de sonho. Sou ilusório vestígio do céu.
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O quarto dos fundos da existência



Olhar a vastidão.
O silêncio das faces que vem e vão.
Eles não veem,
O vão que vislumbro.
Um vale, tal mãos em prece,
Onde toda relva, ainda criança,
Acariciada por brisas que levam embora
Minhas memórias mais preciosas,
Repousa silente,
Na imensidão
Do meu olhar.

 
Olhar a vastidão:
Dar rumo ao viver.
Existir tornou-se tão banal
Que olhar a vastidão,
Desta sinfonia de faces em silêncio
É meu cárcere.
Serena prisão.
O quarto dos fundos da existência.



Direitos Reservados - Lei 9.610 de 19/02/1998
Ronaldo Honorio
Enviado por Ronaldo Honorio em 21/03/2010
Alterado em 23/11/2018
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